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Multiplicador vai atuar com desenvolvimento local e co-criação de comunidade durante formação de três meses em São Paulo
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Mais uma vez é possível integrar-se à rede de núcleos protagonistas do Projeto Células. Até dia 16 de agosto, os interessados podem acessar mais informações e se inscrever gratuitamente pelo sitedo projeto. Uma vez formado no Percurso de Protagonismo Social, o novo multiplicador mergulhará em processo de três meses, junto de um grupo de 30 pessoas, e será convidado a pensar a mudança por meio dos sonhos, e ultrapassar as barreiras que o impede de ser mais e de agir sobre sua própria realidade.
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Procurando gerar uma experiência de comunidade, comum-unidade, um trabalho de grupo, e não somente em grupo; o Células se torna um único organismo de fluxo realizador, composto por diversos projetos, independentes mas interligados, que trocam entre si, e por onde os multiplicadores podem circular e mover juntos. Se vive, então, processos de co-cria-ação, de florescimento humano - plantando flores raras e poderosas em meio ao cimento; a partir da vontade não de entregar ou repetir um modelo pronto de mundo, mas de despertar nas pessoas envolvidas a ânsia por construir um modelo próprio.
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Baseado no pensamento de PROUT, o projeto utiliza também saberes do Ciclo de Aprendizagem e Potencialização Comunitária, de Paulo Freire, o Teatro Social - inspirado no Teatro do Oprimido, de Augusta Boal -, ferramentas de pesquisação, Dragon Dreaming, Biomapas, entre outras; além de frequentemente atuar com agricultura urbana e construções sustentáveis como forma de mobilização e atuação transformadora.
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Para isso, estrategicamente, se escolhe como foco de ação territórios que se encontram em situação de exclusão social, econômica ou cultural. Atualmente, em São Paulo, três células na zona norte (Pery Alto, Complexo Habitacional Lidiane, no Bairro do Limão e Jardim Guarani); uma dentro da Escola Pública Amenaíde Braga de Queiroz, no Tucuruvi; e uma grande célula atuando especificamente com Agricultura Urbana, já com oito projetos por toda a cidade. Além disso, fora da capital, há uma célula em Santo André, na região da Bacia de Taioca, uma em Diadema, e outra no bairro de Sesmaria, em Ubatuba.
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Olá. Haverá mais inscrições ainda para este ano?
ResponderExcluirObrigada,
Gabriela